|
No sertão, quando o inverno é bom e a produção é farta, é costume o trabalho em mutirão. Reúnem-se os instrumentos da lida, os “quebra-jejuns” e todos se dirigem aos roçados. É festa do começo ao fim da colheita, uma alegria típica de quem venceu uma dura prova contra todas as previsões.
No entrelaçamento de mãos que colhem espigas e debulham feijão, pouco se distinguem sexo e idade. Até as crianças, numa benfazeja troca, brincam de trabalhar.
As conversas, as histórias.de Trancoso passadas de geração em geração, animam os grupos e predispõem para o esquecimento do tempo que passa sem cansaço.
Para o mutirão atingir a finalidade de rapidez na colheita e preparo dos cereais, outras atividades de rotina são adiadas, pois importa agora reunir os frutos do trabalho paciente e esperançoso de quem semeou vencendo o desânimo das experiências meteorológicas.
A lógica do mutirão é a reunião de forças para recolher a semente plantada e multiplicada pelo milagre da crença. Adiam-se planos, concentra-se no trabalho. Ao final, despensa cheia, certeza de fartura...
Mantidas as proporções, é assim que acontece na Premius no seu período de “safra”. Chovem os pedidos, a casa fica cheia, o mutirão é feito para atender a demanda de produtos. É tempo de corre-corre, de horas extras, e, tal e qual o sertanejo em sua labuta, aqui na Premius também impera a alegria de quem acredita na força transformadora do trabalho.
O Premito está voltando, depois de longa ausência. Era preciso atender antes os clientes, pois eles são a nossa razão maior de existência. Neste número fazemos o registro de algumas “novidades velhas”, como a eleição da CIPA e outras novidades realmente “novas”, como a Caminhada Ecológica do Unigrafica.
|
MATÉRIA
NOTA 10!
Participe
do processo de aperfeiçoamento do nosso
informativo, dando a sua opinião sobre
as matérias, com indicação
da que mais lhe agradou.
Envie
para: premius@gmail.com
ou fale com Luísa Vaz (Setor de Revisão) |
|